terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Matemático dá dicas para aumentar as chances de ganhar na Loteria Federal

Por IG
Técnicas simples podem ajudar apostadores a aumentar as chances de faturar o prêmio da Mega da Virada, de acordo com o matemático e dono de lotérica Munir W. Niss, também conhecido como Munir Pé-Quente. Autor do livro ”O Segredo das Loterias”, Munir diz ter acertado seis quinas e 48 quadras no sorteio de 2012.
“O ideal é apostar em bolões com ótimos esquemas”, diz o matemático, que aposta em todos os bolões da lotérica que administra. Para incrementar o jogo, ele usa uma série de pequenos truques.
Um deles é equilibrar o número de dezenas marcadas em cada parte do volante, selecionando a mesma quantidade de dezenas de 01 a 30 e de 31 a 60, e a mesma quantidade de números do lado esquerdo (com finais 1, 2, 3, 4 e 5) e do lado direito (com finais 6, 7, 8, 9 e 0).
Números dobrados não devem passar de dois. Nada de emplacar 11, 22, 33, 44 e 55 simultaneamente. “A maior incidência é ser sorteado apenas uma dobrada”, afirma Munir.
Apostas sequenciais e com todos os números de finais iguais também devem ser evitadas. Para seguir a regra de Munir, o apostador não deve nem pensar em imprimir bilhetes com 01 – 11 – 21 – 31 – 41 – 51. Ele diz que nunca viu um resultados destes.
Todas ímpares ou todas pares também diminuem as chances de ficar milionário. “Estatisticamente, das seis dezenas sorteadas, a incidência maior dos pares e impares é sortear três de cada, ou quatro pares e dois ímpares - ou vice-versa”.
Segundo Munir, há três fatores que compõem as chances de ganhar: sorte, técnica e grupo. Cada uma representa 33,3%. Para diminuir a influência da sorte, basta, portanto, aprimorar as técnicas de aposta e aumentar a quantidade de dezenas apostadas por meio dos bolões, os jogos em grupo. “Sobraria para o fator sorte 10 a 15%.”
O prêmio desta edição da Mega da Virada, estimado em R$ 200 milhões, é mais que o dobro do recorde do ano. A maior bolada de 2013 saiu no dia 6 de novembro. Um bilhete de Mauá, na Grande São Paulo, faturou sozinho R$ 80,5 milhões.
As apostas começaram no dia 11 de novembro e só terminam às 14h do dia 31 de dezembro, quando haverá o sorteio. Elas podem ser feitas em qualquer uma das 12,6 mil lotéricas do País. Se apenas um sortudo abocanhar o prêmio e decidir se aposentar, receberá R$ 1,2 milhões ao mês se investir na poupança, o equivalente a cerca de R$ 40 mil por dia.
O primeiro sorteio da Mega da Virada aconteceu em 2009, no concurso nº 1.140. Dois ganhadores dividiram o prêmio de R$ 144,9 milhões - um deles era de Santa Rita do Passa Quatro, em São Paulo e outro de Brasília. Em 2012, três apostadores racharam R$ 244,7 milhões, um de Aparecida de Goiânia, em Goiás, um de Franca, em São Paulo e um da capital paulista.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

3 dicas importantes de Matemática para o vestibular





Como sabemos, uma das matérias de maior peso nos vestibulares, a Matemática, requer algumas atenções especiais na hora de estudar. Para ajudar os estudos e tentar tirar dúvidas comuns aos alunos, foram selecionados, em parceria com a Khan Academy em Português, três vídeos com matérias de grande relevância para as próximas provas com dicas para como ir bem nessa área:
1. Geometria
Esse é um dos assuntos com maior relevância nos vestibulares, e continua com força total esse ano. As noções de trigonometria serão fundamentais para o aluno. No vídeo abaixo, falamos um pouco da linguagem e notação básicas na geometria plana:
2. Porcentagem
Muito presente também serão os exercícios relacionados à Porcentagem. Assim como nos vídeos, as situações exploradas por esse tema serão comuns ao nosso dia a dia e exigirão do aluno bastante raciocínio lógico. A vídeo aula a seguir demonstramos a resolução de alguns problemas de porcentagem:
3. Aritmética
Um dos temas mais amplos da Matemática, a Aritmética ganha destaque nas provas desse ano. Atenção redobrada para divisores e múltiplos e um amplo estudo sobre essa temática, pois, provavelmente, será uma das matérias de maior relevância na prova. No vídeo abaixo mostramos o teorema fundamental da Aritmética:

sábado, 22 de junho de 2013

Matemático inventa chocolate que não engorda

Terra,
Difícil encontrar quem não goste de chocolate. Um dos companheiros preferidos das mulheres, ele acaba de ficar melhor: um britânico de 25 anos, o matemático Aneesh Popat, disse ter inventado um chocolate que não engorda, The Chocolatier, que ele chama de ganache de água.
Feito da mistura do cacau com água, sem adição de manteiga ou ovo, a trufa teria menos calorias do que um chocolate tradicional. Uma trufa do Chocolatier tem em média de 40 a 45% menos calorias do que uma trufa convencional, variando entre 43 e 47 calorias, contra a média de 78 calorias dos bombons que se encontram no mercado.
The Chocolatier vem nos sabores cola, menta com morango, chai e torta de maçã.
Em seu site oficial, Popat afirma que já comeu todo tipo de chocolate que existe, e seu amor pela iguaria o levou a aplicar seus conhecimentos matemáticos na criação de uma combinação única de sabores com precisão e criatividade. “É a resposta às preces de todos os chocólatras.”

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Jacques Philippe Marie Binet


Nascimento: 02 de fevereiro de 1786 em Rennes, na Bretanha, FrançaFalecimento: 12 de maio de 1856 em Paris, França

Jacques Binet entrou na École Polytechnique, em Paris, em 22 de novembro de 1804 e, após graduar-se em 1806, ele trabalhou para o Departamento de pontes e estradas do governo francês.
Tornou-se professor na École Polytechnique em 1807 e, um ano depois, ele foi designado para auxiliar o professor de análise aplicada e geometria descritiva. Em 1814 foi nomeado examinador de geometria descritiva, em seguida, em 1815, ele foi nomeado para suceder Poisson em mecânica.
Em 1816, Binet tornou-se um inspetor de estudos na École Polytechnique, mas ele também se tornou um editor da edição de Lagrange é Mécanique analytique que estava sendo elaborado dois anos depois de Lagrange morreu. Binet foi também nomeado para a cadeira de astronomia no Collège de France em 1823.
No entanto a revolução de julho de 1830 foi ruim para Binet. A revolução começou depois Charles X publicou portarias restritivas em 26 de Julho, que eram contrárias ao espírito da Carta de 1814. Houve protestos, manifestações e combates em 27 de julho, 28 e 29. Binet foi um forte defensor de Carlos X por isso foi uma má notícia para ele quando Carlos X abdicou em 02 de agosto e, uma semana depois, Luís Filipe foi proclamado rei da França. Binet foi longe demais associados com o regime anterior de ser aceitável para o de Louis-Philippe e ele foi demitido como inspetor de estudos em 13 de Novembro de 1830.
Binet investigava as bases da matriz da teoria que viria a definir o cenário para o trabalho posterior de Cayley e outros. Ele descobriu a regra para multiplicação de matrizes em 1812 e é certamente por isso que ele será lembrado.
Binet foi um dos precursores no estudo dos fundamentos da teoria matricial, como por exemplo a definição da multiplicação de matrizes. O teorema de Binet-Cauchy lembra seu nome, tendo ele desenvolvido uma fórmula não-recursiva para o número de Fibonacci, em 1843, no entanto já conhecida por Leonhard Euler, Daniel Bernoulli e Abraham de Moivre.
Ele, no entanto, escrever uma série de documentos importantes que tiveram influência no desenvolvimento da matemática, em particular, ele escreveu Mémoire sur les définies eulériennes Integrales em 1840. No ano seguinte, ele escreveu sobre Teoria dos Números, fazendo uma contribuição para a teoria do algoritmo de Euclides. 
Binet não escreveu somente sobre Matemática, mas também em outras áreas, como física e da astronomia, e ocupou a cadeira de astronomia no Collège de France durante 30 anos. Ao todo, ele escreveu mais de 50 trabalhos.
Entre as muitas honrarias que recebeu para seu trabalho, as mais importantes foram Chevalier de la Légion d'Honneur em 01 de maio de 1821 e a eleição para a Académie des Sciences em 1843.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Pesquisadores resolve um dos grandes problemas matemáticos do mundo


Uol,
   Dois matemáticos, o norte-americano Carl Cowen e a espanhola Eva Gallardo, anunciaram ter resolvido a teoria dos "subespaços invariantes em espaços de Hilbert", um dos grandes problemas matemáticos do século 20 que muitos tentaram comprovar sem sucesso.
   Formulado nos anos 1930 pelo húngaro-americano John von Neumann e baseado na teoria do matemático alemão David Hilbert (1862-1943), o problema dizia que todo operador em um espaço de dimensão infinita possui um subespaço próprio que não varia.
   No entanto, até agora ninguém tinha conseguido demonstrar a correção do enunciado, por isso a descoberta da dupla representa um "marco histórico", considerou o presidente da Sociedade Matemática Espanhola, Antonio Campillo, durante o congresso da instituição em Santiago de Compostela, no noroeste da Espanha.
   Cowen, da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, admitiu que se trata de um conceito difícil de entender porque vai além das três dimensões do nosso mundo e tentou explicar a teoria com uma bola de basquete.
   "Se você gira uma bola, ela sempre gira sobre um eixo. [Então,] Podemos imaginar, talvez não com muita clareza, uma bola de dimensão infinita e um espaço com dimensões infinitas" e provar que, desta forma, também pode girar.
   Para solucionar o problema, que exigiu três anos de trabalho, os dois cientistas o abordaram a partir da teoria das funções de variável complexa, explicou Eva, da Universidade Complutense de Madri, na Espanha. Segundo ela, "é uma perspectiva diferente da habitual que talvez nos tenha dado a chave".
   O impacto da descoberta "será imediata e de enorme transcendência" para a "comunidade matemática mundial", afirmou Campillo, tanto por sua contribuição para a ciência básica, quanto por suas possíveis aplicações práticas.
   Apresentada em uma curta solução de menos de 20 páginas, a fórmula de Cowen e Gallardo foi analisada por três especialistas que não encontraram erros, ao contrário do ocorrido no passado com os trabalhos de outros matemáticos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Dicas de Livros

O Cérebro e a Matemática - José Alexandre Bastos


       Em “O cérebro e a matemática” , José Alexandre Bastos conceituado neurologista infantil, leva o leitor a um progressivo aprofundamento no tema, dos primórdios da humanidade até os dias atuais, em que áreas e circuitos cerebrais envolvidos nesse complexo processo vêm sendo paulatinamente desvendados. Ao longo da agradável leitura, didática e objetiva, o caleidoscópio da matemática é apresentado ao leitor em seus aspectos genéticos, neurofisiológicos, neuropsicológicos e clínicos.
   Em capítulo específico, Bastos revela novos dados alarmantes sobre a realidade educacional do nosso país, especialmente no ensino da matemática, extraídos de sua tese de doutoramento. Com a lucidez do cientista e a ajuda da própria matemática, aponta para a multiplicidade causas e a necessidade de políticas governamentais que permitam a intervenção precoce em determinados grupos de crianças com alto rico de fracassarem no aprendizado. Os distúrbios em matemática, a acalculia e a discalculia, são objetivamente discutidos, sendo oferecidas ao leitor, ferramentas para a suspeita diagnóstica.
      Ao final do livro, com a colaboração de Ângela Cecato, são delineadas as estratégias para intervenção psicopedagógica. Trata-se de obra rara cuja linguagem e conteúdo conseguem alcançar um público de largo espectro sendo obrigatória para todo educador. Se ao longo da trajetória da humanidade, a Matemática pavimentou os caminhos da ciência, em livros como do Dr. José Alexandre Bastos, a ciência retribuiu, explicando a matemática através das evidências mais modernas sobre o funcionamento cerebral.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Matemática pode doer fisicamente


O Estado de S.Paulo

Para quem não gosta de matemática, problemas numéricos provocam uma sensação similar à dor. A conclusão é de um estudo das universidades de Chicago e Western. O fenômeno ocorre em pessoas com HMA: "alto grau de ansiedade matemática", em inglês.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A matemática sumeriana


Papiro, pergaminho, papel… fita de vídeo, DVD, Blu-ray – muito tempo depois que esses materiais tenham virado pó, a primeira mídia de gravação, a tabuleta de argila cuneiforme da antiga Mesopotâmia, ainda durará.
Muitos são os exercícios de alunos que estavam aprendendo para se tornarem escribas. Eles dominavam a matemática com base em textos em sumeriano, uma língua que mesmo naquela época já estava morta havia muito tempo. Os alunos falavam acadiano, uma língua semita que não tem relação com o sumeriano. Ambas as línguas tinham escrita cuneiforme, feita por objetos em formato de cunha.
A matemática suméria era um sistema sexagesimal, ou seja, se baseava no número 60. O sistema "é impressionante por sua originalidade e simplicidade", disse o matemático Duncan J. Melville, da St. Lawrence University, em Canton, NY.
Uma tabuada de multiplicação de 59 x 59 pode não parecer simples e é, de fato, grande demais para ser memorizada, então as tabuletas eram necessárias para servir em consultas essenciais. Mas os números cuneiformes são simples de escrever, pois cada um é uma combinação de apenas dois símbolos, de 1 e 10.
Não se conhece ao certo o motivo pelo qual os sumérios escolheram o número 60 como base para seu sistema numérico. A ideia parece ter se desenvolvido a partir de um sistema anterior mais complexo, conhecido a partir do ano 3.200 a.C., no qual as posições num número alternavam entre 6 e 10 como bases. Para um sistema que pode parecer confuso, considere esta forma de medir comprimento com quatro bases inteiramente diferentes: 12 pequenas unidades, chamadas polegadas, correspondem a um pé; 3 pés são uma jarda; e 1,760 jardas correspondem a uma milha.
Ao longo de mil anos, o método sumério de base alternada foi simplificado no sistema sexagesimal, com o mesmo símbolo correspondendo a 1 ou 60 ou 3.600, dependendo da sua posição no número, disse Melville, assim como 1 no sistema decimal denota 1, 10 ou 100, dependendo de sua posição.
Mais tarde, o sistema foi adotado por astrônomos babilônios e através deles foi incluído na medição atual do tempo.
O notável conhecimento matemático dos babilônios foi revelado pelo matemático austríaco Otto E. Neugebauer, que morreu em 1990. Desde então, estudiosos se dedicam à tarefa de entender como o conhecimento era usado. Os itens em exposição foram retirados das coleções arqueológicas das universidades de Columbia, Yale e Pensilvânia.
Eles incluem duas tabuletas famosas, conhecidas como YBC 7289 e Plimpton 322, que desempenharam um papel central na reconstrução da matemática babilônica. A YBC 7289 é um pequeno disco de argila contendo um rabisco de um quadrado e suas diagonais. Ao lado de uma das diagonais está escrito 1,24,51,10 – um número sexagesimal que corresponde ao número decimal 1,41421296. Sim, nós os reconhecemos de primeira – a raiz quadrada de 2. Na verdade, é uma aproximação, muito boa por sinal, do valor real: 1,41421356.
Abaixo está sua recíproca, a resposta para o problema de calcular a diagonal de um quadrado cujos lados têm 0,5 unidades. Isso leva à questão de se os babilônios tinham descoberto o teorema de Pitágoras 1.300 anos antes dele. Nenhuma tabuleta traz a conhecida equação algébrica, que diz que os quadrados dos dois lados menores de um triângulo retângulo são iguais ao quadrado da hipotenusa. Mas a Plimpton 322 contém colunas de números que parecem terem sido usadas no cálculo dos triplos de Pitágoras, conjuntos de números que correspondem aos lados e hipotenusas de um triângulo retângulo, como 3, 4 e 5.
Acredita-se que a Plimpton 322 tenha sido escrita em Larsa, ao norte de Ur, cerca de 60 anos antes de a cidade ser capturada pelo rei Hamurábi em 1.762 a.C.
Outras tabuletas trazem listas de problemas práticos, como calcular a largura de um canal, de acordo com informações sobre suas outras dimensões, o custo de escavá-lo e a remuneração diária de um trabalhador.
Em algumas tabuletas, as respostas são definidas sem nenhuma explicação, dando a impressão de que serviam para que o dono se mostrasse por aí, fazendo-o parecer um acadêmico.
Recentemente treze das tabuletas foram exibidas no Instituto para o Estudo do Mundo Antigo, que faz parte da Universidade de Nova York.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A lei dos grandes numeros


Há uma razão bem científica para escolhermos o ser humano médio( shakespeareano) como nosso foco na formulação da ciência da gestão de pessoas. É uma lei estatística chamada lei dos grandes números.Para os fins que nos interessam ela pode ser formulada mais ou menos assim: “O comportamento de um grande número de pessoas é mais previsível do que o comportamento de um grupo pequeno ou que o comportamento de uma pessoa isolada”.
nos ajuda a entender várias coisas aparentemente misteriosas da vida em sociedade, e muita coisa da vida na empresa. Por exemplo, ninguém controla a quantidade de comida que deve chegar a uma cidade como São Paulo, ou quais tipos de comida devem ser encomendados, mas é certo eu encontrar o que quero, quando quero, do jeito que quero. A habilidade que o sistema tem de antecipar minhas necessidades e desejos sem que eu tenha falado deles a ninguém, é explicada pela lei dos grandes números. Eu, um cara “médio”, não vou sair procurando nada muito fora da média.
O que o se faz é entender o que move esses “médios”, e agir de forma a satisfazer suas necessidades/desejos.
Chamam esse talento para computar o que os “médios” querem, de talento de marketing.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brasileiros ganham ouro em competição internacional de matemática

Terra
Estudantes universitários do Brasil conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze na terceira edição da Competição Iberoamericana Interuniversitária de Matemática (CIIM), que foi realizada na cidade de Quito, no Equador. A competição contou este ano com a participação de 48 jovens que representaram 20 instituições de ensino superior provenientes do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México, Peru e Equador. 
Fonte: Terra

Os brasileiros Matheus Secco Torres da Silva (PUC-Rio), Rafael Tupinambá Dutra (UFMG) e Régis Prado Barbosa (ITA) conquistaram as medalhas de ouro, enquanto Renan Henrique Finder (PUC-Rio) recebeu a medalha de prata e Alexandre Azevedo Cezar (IME) ficou com o bronze. O professor Emanuel Carneiro, do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), participou como líder do grupo.
Os problemas das provas foram selecionados por um comitê internacional que teve como base os problemas propostos pelos países participantes. Durante os testes, realizados em dois dias consecutivos, os estudantes tiveram quatro horas para resolver três problemas de matemática universitária abrangendo as áreas de Teoria dos Números, Geometria, Combinatória, Cálculo, Álgebra, Álgebra linear e Análise. Como parte das atividades do evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer aspectos históricos e culturais do Equador.
Competição
A competição, criada em 2009, foi realizada de 2 e 8 de outubro com o apoio de sociedades de matemática, universidades e centros de pesquisa. O evento tem como objetivos incentivar o estudo da matemática e a excelência acadêmica na comunidade universitária iberoamericana, melhorando as capacidades científicas com a motivação e competitividade internacional.